Ministra das Relações Institucionais e até recentemente presidente do PT, Gleisi Hoffmann seguirá sem apoiar nenhuma candidatura para o comando do partido por enquanto, e afirma que seu foco é trabalhar pela unidade interna.
“Continuo trabalhando para consolidar a unidade política do PT no processo eleitoral deste ano, como vinha fazendo quando estava na presidência do partido. Esta é a contribuição que pretendo fazer, não me situando entre candidaturas”, disse ao Painel.
A legenda terá eleição interna em julho para presidente, com favoritismo do ex-ministro Edinho Silva, da corrente Construindo um Novo Brasil, que domina o PT há 20 anos.
Edinho, no entanto, enfrenta uma dissidência interna no grupo, capitaneada por dirigentes como o líder do governo na Câmara, José Guimarães (CE), o secretário de Comunicação, Jilmar Tatto, a tesoureira, Gleide Andrade, e o prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá.
A própria Gleisi é identificada por diversos petistas como parte desse grupo dissidente, mas ela nega trabalhar contra Edinho. “Meu grupo é o do presidente Lula“, diz.
A ministra critica a atual disputa no partido, especialmente por ter gerado em algumas situações críticas no campo pessoal.
“Disputas internas são da tradição do PT e até enriquecem o partido, mas me preocupam ataques pessoais que rebaixam o debate”, afirma.
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